O Beto Largman teve uma idéia genial ao montar o evento e o resultado foi impressionante. Antes mesmo do evento começar, tive a oportunidade de conversar com o Bruno Alves. Trocamos muitas idéias, falamos sobre SEO, blogs e rimos muito. Quando deu a hora do evento, fomos ao Armazém Digital e lá vários rostos conhecidos como Priscila Gonçalvez e o Robson do Interfaceando que vi de longe. Conversei com o Bernabauer sobre como temos a impressão que já vimos a maioria dos rostos do evento, mas não temos certeza de onde. Acho que o mundo a blogosfera é muito pequeno. Compareceram também o Nick, o Alexandre Fugita (não consegui falar com ele) e o Cris Dias. Acho que a Lia estava lá, mas não tenho certeza.

Na mesa principal estavam o Fábio Seixas, o Beto, o Cardoso, o Paulo Mussoi e o Inagaki, que chegou um pouco atrasado pois vinha de São Paulo. O estilo do evento foi bastante agradável, o Beto conduziu muito bem deixando de lado o estilo ââ?¬Å?palestra depois perguntasââ?¬Â para ââ?¬Å?quem quer falar sobre o assuntoââ?¬Â. Muito democrático e funcionou muito bem. Entre os assuntos abordados estava rentabilização de blogs, em que o Cardoso mostrou que o post é mais embaixo, pois não é do dia para noite que se tem um blog de sucesso e que dá dinheiro. Ã? um trabalho de esforço diário. Ele contou que chega a colocar no ar mais de 10 posts por dia somando todos os seus blogs e que trabalha várias horas por dia com isto. O Bruno antes da palestra tinha me falado que postava no mínimo de 1 a 3 posts por dia e isso já tinha me assustado. Outra coisa que o Cardoso mencionou foi que o problogger deve primeiro se preocupar em escrever textos interessante para depois a grana entrar como conseqÃ?¼ência. Nada como a voz da razão.

O Inagaki falou também que considera estes rankings de import�¢ncia de blogs supervalorizados. O que acaba acontecendo é que blogs super importantes em determinados nichos como literatura e blogs de adolescentes não figuram nestas listas, mas que eles tem muita import�¢ncia nas suas áreas. Um pouco de cauda longa né?

Outro ponto abordado é se os blogs são formadores de opinião. Foi comentado que nem todo blog é formador de opinião, mas que o blog permite que surjam formadores de opinião. Na platéia falaram que o blog permite até que a massa tenha voz e que possa influenciar as coisas. Um dono de blog é praticamente um Roberto Marinho, já que o blogger cuida de todos os apectos da produção dos artigos, publicação…

Foi falado também que é muito bom as empresas perceberem o poder dos blogs e que é valida sim a idéia de uma empresa ter um blog. O que não pode acontecer é criar um blog corporativo com ââ?¬Å?posts releasesââ?¬Â e com pessoas de fora contratadas para blogar. Os funcionários da própria empresa é que devem alimentar o blog. Citaram o caso da DoceShop que deixa de ser uma doceria para ser uma referência na área. Os blogs passam a ser concorrência desleal com empresas que não os têm.

Também falaram sobre a polêmica do livro do Andrew Keen. O Cris Dias lembrou que ele tem milhões de links apontando para ele (bom para o Google), porém com a maior parte dos textos depreciativos o que não adianta muito. Praticamente todos concordaram que ele usava a polêmica para vender seu livro. Na plateia alguém a Camila lembrou que ele que critica tanto os blogs e tem um para vender seu livro. Outro ponto foi se os jornais que permitem comentários podem ser considerados blogs. A conclusão foi que não.

Não deu para ficar até o fim. Vou aguardar os post dos outros sites para complementar com os links de quem ficou.