O Guilherme Neves é responsável por desenvolvimento de novos negócios para a Venturus, que surgiu em 95 com outro nome, mas hoje tem outra marca. Falou sobre o modelo de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação – P&D&I.
Falou da diferença de P&D&I entre países industrialmente avançados e países emergentes, pois normalmente a primeira se usa inovação e a segunda em capacitação tecnológica. Modelos enlatados nem sempre funcionam para todos os países. É preciso levar em consideração o mercado local.

Ele reforça que é importante investir em P&D&I e que existem muitas fontes de recursos como lei de informático, lei do bem e vários institutos.

Fabrício Bloisi, diretor presidente da Compera n Time falou de sua empresa que presta VAS, incluindo blogs, comunidades, UGC, vídeo-chamada, iTv e outros.

Falou da web 2.0 será amplamente melhorado com serviços móveis. O usuário já usa os serviços no PC, mas com o 3G ele passará a usar os serviços no celular. Falou do usuário produzindo conteúdo. Falou do case SeeMeeTV que é um serviço de vídeo que já gerou 32 milhões de downloads de vídeos e renda para os usuários. É necessário usar um termo de uso para participar desta rede devido ao problema de direito autoral.

Mostrou dois exemplos de vídeos que as pessoas querem baixar. Um era um braço que parecia nádegas femininas e o outro era estilo “pancadas do faustão”. A outra tendência é a video chamada, mas com o diferencial de usar caixas postais animadas e recados de vídeo. A última é usar a internet no celular. Mostrou vários sites específicos para 3G. Usam imagens e vários recursos visuais.
Falou um pouco também de telemedicina com um cliente deles que está testando e maravilhado com as possibilidades. De qualquer maneira todas essas opções precisam de amadurecimento.

Rosana Fortes é diretora de marketing e produto da Hands. Falou que preferia mostrar o que tem disponível hoje em mobile marketing. Falou que a fórmula que eles tinham de cobrar para dar conteúdo morreu. Agora ele ganham com publicidade como banner em sites wap. Citou casos de clientes como Fiat Punto anunciando em sites econômicos e os usuário era enviado apenas . também falou do caso do Itaú que investe muito nesta área móbile. Falou também do BNDS numa campanha incentivando a votação no cristo para uma das maravilhas do mundo. Eles não tinam nem tempo nem verba para montar um site, então a Hands desenvolveu tudo internamente em pouco tempo para economizar.

Falou do caso da SulAmérica que tinham um banner de investimentos e conseguiu uma alta taxa de cliques e de opt-in.

Mostrou também um exemplo do buscapé que uma pessoa procurava por uma TV e recebia em tela cheia um anuncio da TV Sony Bravia. Mostrou rapidamente cases internacionais como Burger King, Tiguan da Volkswagen e Virgin.

Caio Bottiglieri é gerente de produtos serviços de aplicação para a América Latina da Nokia Siemens Networks. Ele fala que vai falar mobile advertising. Ele falou de uma empresa chamda blyk que só aceita jovens de 16 a 24 anos. Se você não estiver nesta faixa, você sai do grupo. Como bônus pela participação, os usuários ganhavam SMS e minutos para usar no celular. Falou também que as taxas de cliques são maiores que na web. Citou também o Case Sugar Mama da Virgin em que 4.88 milhões de usuários se inscreveram. Nele você ganha minutos no celular, mas para participar você tem que se inscrever. É preciso sabe o que o usuário deseja receber. A operadora precisa manter o controle do que o usuário precisa receber.

Jonas Vargas, gerente de canais virtuais do Banco do Brasil, falou sobre TV digital, mencionando o TIVO, que é um box para pular comerciais, falou do serviço brasileiro chamado Ginga que é o middleware que deverá suportar a interatividade nos aparelhos. Nós temos 5,3 milhões de assinantes de TV fechada.
Mostrou exemplos de aplicações bancárias no exterior como bancos usando a interatividade da TV para transações bancárias. Falou que o celular foi lançada em 1990 e o BB só lançou em 2000. A internet meçou em 1991 e teve sua primeira aplicação em 1996. Com o lançamento da TV digital lançada em 2007, o Banco do Brasil pretende lançar seu produto ainda em 2008.

Falou das tendências, incluindo a inclusão social. Que é preciso pensar no modelo de negócio, em quais serviços serão utilizados e a usabilidade neste futuro produto.

Nelson C. Scatergini falou da importância da granularidade, que deve ser pequena para que a operadora tenha lucro e deve ser grande para cobrir uma grande área. O equilíbrio é fundamental para garantir cobertura para os clientes e lucro para as operadoras de celular.

Falou da divisão do País em três áreas de banda.
Falou do share do mercado que a Vivo tem 27%, a Tim 26%, a Claro 24% e a Oi 13%.
GSM conseguiu praticamente substituir o acesso TDMA com mais de 80% do mercado em poucos anos.

Falou que quem dominou as estradas ao longo dos anos teve vantagens como Portugal com suas estradas marítimas. Agora quem dominar as estradas digitais pode ter uma grande vantagem competitiva. Falou também que em alguns países, quem domina um determinado mercado não pode dominar outro, como medicamentos e mídia.

O mundo está andando e novas faixas serão disponíveis. A faixa UHF está muito atraente, principalmente com a entrada da TV digital.

Fernando Faria, analista sênior da América Latina da Pyramid Research.

Na Filipinas, eles têm receitas altas de Serviços de Valor Agregado (VAS), porém não chega a ser de serviço inovador já que é de SMS. Ele falou da tendência mundial banda larga móvel, que mesmo que chegando tardiamente ao Brasil, tem perspectiva de crescimento.

É estimado para que até o fim de 2008, se espera 470 milhões de acesso de banda larga móvel e na América Latina serão 18 milhões. Será a primeira forma de acesso banda larga no mundo. Chegará a 20% do acesso de banda larga na América Latina até 2012.

Alguns exemplos de países referência na área móbile, como a já citada Filipinas, a Coréia é super avançada em conexão on line por celular e uso de SMS sendo que foi obrigada a limitar a 3.000 SMS por mês por usuário devido a larga utilização do serviço. O Uruguai é muito barata em telefonia celular, pois existe canabalização das receitas das operadoras.

TV móvel é sucesso na Ásia, mas eles perdem dinheiro, pois a TV é gratuita e citou o caso que as pessoas usam seus aparelhos GPS do carro para usar como Móbile TV enquanto não estão perdidos.

Social media terá um boom com o móbile. Citou o Facebook com o Canadá em primeiro, Noruega em segundo e Reino Unido em terceiro, mas no mundo o Facebook está em segundo com 12% contra o MySpace com 29%.

A grande tendência deve ser a adoção de banda larga móvel com os dongles (USB Modem).

Algumas projeções são para o mercado são: o crescimento da receita 3G ultrapassando a de fixa ainda em 2008. Outra previsão para 2009 é a banda larga móvel ultrapassará a banda larga fixa. Brasil e México deverão ser os com maior crescimento na América Latina em receita. BRIC terão muito crescimento.

Paulo Galloti, arquiteto de produto da Orga, falou de soluções de recarga para gerar fidelidade e receita

Falou que as soluções podem ser em POS ou ATMs e que existe flexibilidade o que ajuda a fidelidade. Ele basicamente mostrou a solução da sua empresa. É importância a cobertura de recarga. Falou de comportamento. É possível segmentar a oferta de recarga dependendo de dados do assinante como região, saldo atual e até o relacionamento que o cliente já forneceu. Seria tudo automático checando inclusive com a operadora de cartão de crédito.

Existem vantagens da solução de recarga on line para todos, desde distribuidores até clientes pela facilidade. O próprio celular permite a recarga também independente de região como Amazonas ou regiões remotas.

Esses sistemas de billing ajudam bastante o distribuidor, pois ele pode estabelecer limites de crédito, informação em tempo real para acompanhar status de vendas e estoque e outra vantagem é evitar o roubo, pois o cartão de recarga físico tem o risco de roubo.
O cliente tem também vantagens como não ter que usar URAs complicadas e tem a vantagem da mobilidade.

Falou de assuntos específicos da área como concorrência de billing entre parceiros e NFC que é um sistema aberto que permite conversação entre quiosques e celulares para troca de informações ou mobile marketing.

Paulo Breviglieri, diretor senior de desenvolvimento de negócios Qualcomm falou sobre UMTS. Falou que vários notebooks já vem com 3G embarcado. É uma tendência na Europa. No Brasil pode ser que os USB 3G tenham mais força, pois poderão até ser usados em desktops.

Citou o caso de um concurso para criar um celular 3G barato. O vencedor foi o LG KU250. Além deste celular, existem os celulares white label, que são os que não tem uma marca muito famosa, e com isto conseguem vender com grandes funcionalidades mas com custo básico. Um exemplo citado é o V710 e o outro é o Skypephone que tem uma tecla especial que permite que você ligue para os seus amigos com simplicidade. Falou também da iniciativa do Google, o Open Handset Alliance, mais conhecido como Android. Falou também de uma iniciativa para melhorar a qualidade dos visores atuais de LCD. Usaram a idéia das asas de borboleta que mesmo no escuro ou no claro tem a mesma luminosidade. O nome é Mirasol. É uma tecnologia IMOD. Estão testando alguns protótipos. Tem várias vantagens como ter duas ou três vezes reflexidade que o LCD, ser mais rápida, consumir 50% menos de energia.

André Varga, gerente de produto da Samsumg, falou do 3G e suas segmentações. Citou que existem três nichos de mercados de aparelhos: imagem, música e smartphone.

Em música, as tendências são o uso de streaming, mais download, mais memória indo para 4GB até 80GB, melhorar a navegação na web, mob-blog, backup virtual, bluetooth de até 4 headphones simultâneos, saída áudio P2 3,5 e RCA.

Em música, as tendências são mob-blog, câmeras de 10 MP, mais memória, lentes ópticas, Flash, GPS com fotos, editor de imagens e saída de vídeo.

Em Smartphone, as terndências são e-mail móvel, internet simples, processadores mais avançados, memória, touchscreen, widgets, GPS, WiFi, WiMax, RCE e design aprimorados.

Além disto, citou a tendência do uso de USB dongle que é a banda larga móvel via USB.

O Roger Funari, gerente de produto D-LINK, fez uma palestra mais introdutória falando das vantagens da banda larga USB combinada com redes. Resumindo, poder usar internet no campo, em momentos críticos como desastres e até para medicina.

Painel bem ágil que acabou repetindo alguns assuntos já abordados.

Alexandre Buono, que cuida do planejamento estratégico de novos negócios na TIM, falou da evolução natural do 3G. O aparelho agora é conversão de funções.

Hilton Teixeira Mendes
, diretor de desenvolvimento terminais da VIVO falou de tendências. Os aparelhos estão barateando e ficam com mais qualidade, design melhor e mais leves. Os serviços mais desejados são GPS, internet, e-mails e IM.

Fiamma Zarife, diretora de serviços VAS da Claro, começou comparando o 2,5G que tem 50KB de download enquanto o 3G tem no mínimo 300KB. Outras tendências são vídeo chamada e mobile marketing. Citou a possibilidade de banner no celular sendo que no mesmo momento outros painelista torceram o nariz.

Mario Baumgarten, da Nokia Siemens Networks, falou que para a TV funcionar no celular é preciso de espectro radioelétrico. Citou números da OffCom que jovens de 16 a 24 anos geram sete chamadas e 42 torpedos a mais que a média da população inglesa. Outro número é dos franceses, principalmente jovens, assistem a cada dia menos TV. Os jovens migram da TV para o celular e a internet. Mas não é por que as pessoas deixam a TV das suas salas que eles não desejam vê-la. O celular é a rede mais cobiçada para a era de convergência. Serão 335,5 milhões de usuários de TV no celular em 2012.

Foram feitos vários pilotos na Austrália, Finlândia, Madri, Barcelona, England e França e os usuários assiste de 20 a 30 minutos de TV no celular. Quando questionados quanto eles pagariam, a faixa ficou em 5 a 10 euros.

O local que eles assistiam TV no celular basicamente eram 3. Casa com 35% Ônibus/carro com 30% e trabalho/universidade com 22%. Em outro estudo o custo desse serviço deveria ser abaixo de 7 euros.

A arquitetura deve ser de broadcast para evitar gastos altos de download. O padrão recomendado por ele é o DVB-H e em segundo vem o MediaFLO.

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