O jornalista Jorge Vidor foi convidado para aquecer o evento e instigar a discussão sobre o assunto. Começou passando uma visão geral do que esperar com a entrada do 3G no Brasil. Falou que o que mais cresceu no Brasil foram os serviços de comunicação a distância e a venda de veículo, sendo que ele chama a atenção que o Amapá foi o proporcionalmente o líder em aquisição de veículos. Mostrou números do último PNAD em que no Brasil 22,1% tem microcomputadores e 17% tem acesso a internet. No Rio de Janeiro a taxa é maior com 29% da população tem microcomputadores e 23% tem acesso à banda larga.

A receita de celulares foi de 50 bilhões de reais. A previsão é que a rede 3G possa ser um por cento da receita da operadora, rendendo 500 milhões de reais. As operadoras pagaram 5,3 bilhões de reais das redes 3G. Se elas estão apostando tanto dinheiro e conhecem o que já aconteceu com o mercado internacional, pode apostar que será um mercado que crescerá bastante.

Ele concluiu que ninguém sabe ao certo o que esperar do 3G, se ele irá pegar ou não, mas a chance é muito grande, principalmente pela carência de banda larga atualmente no Brasil.