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	<title>webpaulo &#187; web2.0</title>
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	<description>marketing digital e internet</description>
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		<title>Carreira 2.0</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 14:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começo uma nova fase profissional. Tive a oportunidade de trabalhar por 9 anos em uma mesma empresa. Isto me permitiu acompanhar a fase embrionária das ações de marketing na internet, criar banners diversos para diversos portais, ver muitas mudanças de layout sempre pensando nos usuários cada vez mais experientes e exigentes, vi diversas novidades surgirem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo uma nova fase profissional. Tive a oportunidade de trabalhar por 9 anos em uma mesma empresa. Isto me permitiu acompanhar a fase embrionária das ações de marketing na internet, criar banners diversos para diversos portais, ver muitas mudanças de layout sempre pensando nos usuários cada vez mais experientes e exigentes, vi diversas novidades surgirem, padrões se estabelecerem, tecnologias sucumbirem, uma bolha estourar e acompanhar toda a evolução até este momento.</p>
<p>Deixo um projeto muito legal em desenvolvimento de web 2.0 e uma semente plantada na cabeça das pessoas que ficam. Ela já germinou e desponta de forma maravilhosa. Agora é só um pouco de paciência e cuidado para que ela vingue e seja algo grandioso. Sinto que se encerra um ciclo com o sentimento de dever cumprido. Foi muito bom viver tantos projetos legais e que me ensinaram muito com tantas pessoas diferentes e interessantes e que me moldaram o que sou hoje.</p>
<p>Nesta nova fase, já sei que terei grandes parceiros com idéias maravilhosas. Será uma oportunidade incrível. Estou ansioso para começar e poder trabalhar em conjunto com eles. As possibilidades são inúmeras. Já estava com este plano para este ano e o destino e a sorte só contribuíram para que tudo se concretizasse. Pretendo continuar a fazer o que gosto: escrever, mas agora pelo visto escreverei mais em <strong><span style="color:#000080">ing</span><span style="color:#c00">lês</span></strong>. =)</p>
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		<title>Aprenda com Heroes a Web 2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2007 13:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vi pelo Digg uma matéria sobre o um viral de Heroes chamado Zeroes. Veja o vídeo abaixo e então continue lendo o post. Se ainda não conhece Heroes, visite Heroes na Wikipedia. Para quem conhece a série, o vídeo é hilário. O cara que chuta a cabeça representa tão mal quanto a Niki. Voltando ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi pelo Digg uma <a href="http://www.tvsquad.com/2007/03/09/zeroes-was-an-nbc-creation-video/">matéria sobre o um viral de Heroes</a> chamado <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IWJJBwKhvp4&#038;eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Etvsquad%2Ecom%2F2007%2F03%2F09%2Fzeroes%2Dwas%2Dan%2Dnbc%2Dcreation%2Dvideo%2F">Zeroes</a>. Veja o vídeo abaixo e então continue lendo o post. Se ainda não conhece Heroes, visite <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heroes_(TV_series)">Heroes na Wikipedia</a>.<br />
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IWJJBwKhvp4"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IWJJBwKhvp4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object><br />
Para quem conhece a série, o vídeo é hilário. O cara que chuta a cabeça representa tão mal quanto a Niki. Voltando ao assunto, vejam como a NBC aproveitou a internet para alavancar Heroes e alcançar a maior audiência do canal dos últimos cinco anos em série dramática.</p>
<p>Independente do termo Web 2.0, vivemos um momento em que o usuário gera o conteúdo em blogs e wikis, vídeos ganham viralidade na rede e os formadores de opinião tem muita força. A empresas ainda estão aprendendo isto. Participei do primeiro evento de web 2.0 e o que para elas é novidade, para nós faz parte do dia-a-dia. O Fábio usou uma boa expressão para isto. As <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/03/que_nem_barata_tonta.html">empresas estão que nem barata tonta</a> tentando descobrir o que fazer. Algumas acertam e Heroes é um bom exemplo.</p>
<p>A experiência do telespectador não se limita apenas na TV. A interação já acontece com SMS, ligações e sites, mas algumas emissoras estão indo além. Eles tem claro um <a href="http://www.nbc.com/Heroes/">site da série</a>, só que tem também o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heroes_360_experience">Heroes 360 experience</a> que é a extensão da série onde eles aproveitam a internet para criar a experiência da série.</p>
<p>Esta experiência funciona mais ou menos assim. Você recebe informações nos episódios como um cartão de visitas que tem a <a href="http://www.primatechpaper.com/">URL da empresa</a> de papel que um dos personagens trabalha. Algumas pessoas entram no site e investigando descobre um link que pede uma senha de acesso parecido com o filme <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Net_%28film%29">a rede</a> (detalhe: hackers não invadem sites assim). Outra possibilidade é se candidatar para uma vaga de emprego no site e começar a receber e-mails com informações da misteriosa corporação que incluem links para  sites fictícios ou informações secretas sobre certos eventos. O cartão que apareceu no episódio tem também um número de telefone que funciona com o código que está no verso do cartão de visitas. O código de acesso do cartão é revelado no <a href="http://www.samantha48616e61.com/">blog da Samantha</a>, outra personagem da série.</p>
<p>Existe um <a href="http://www.myspace.com/heroesofficial">canal oficial do seriado dentro do Myspace</a>. Hiro que é um dos personagens mais queridos, tem um <a href="http://blog.nbc.com/hiro_blog/">blog</a> em que ele reporta tudo o que acontece com ele nos episódios. Seus sentimentos, angustias e seus emoticons japoneses. O engraçado é que quando ele viajou no tempo para o passado, seus posts desapareceram ficando apenas o post inicial. Depois que ele retorna ao presente, ele explica que o sumiço dos posts na verdade aconteceu por causa de um erro no sistema de blog que apagou acidentalmente os posts. </p>
<p>Existe também um <a href="http://www.myspace.com/clairebennet">perfil da Claire no My Space</a> que tem informações &#8216;pessoais dela&#8217; como amigos, preferências musicais, filmes e inclusive as séries que ela assiste, mesmo que de outras emissoras. Não existe medo de enviar visitantes para outros sites ou divulgar a &#8220;concorrência&#8221;. É melhor tornar a experiência real. Outros que também tem My Space são o irmão dela <a href="http://www.myspace.com/zachtothefuture">Zach</a>, e a Wireless <a href="http://www.myspace.com/samantha48616e61">Samantha</a>, </p>
<p>E como continuar fazendo propaganda se as pessoas tem Tivo ou podem baixar episódios da internet? Existe também uma revista em quadrinhos paralela a história. Toda semana tem <a href="http://heroeswiki.com/Portal:Graphic_Novels">uma revista em pdf</a> que pode ser baixada e você pode ver outros aspectos que não aparecem no seriado como conhecer a personagem Wireless bem antes dela aparecer nos episódios. Na revistinha, logo depois da capa, tem sempre um anúncio do carro Nissan Versa, alugado por Hiro para cumprir sua missão de salvar o mundo. Ou seja, o velho merchandising é usado nos episódios e inova nestas revistas em quadrinho.</p>
<p>Lost já tinha trilhado este caminho antes, mas Heroes tem conquistado mais e mais fãs em de diferentes públicos. Será que Lost se <strong>perdeu</strong>? </p>
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		<title>André Lemos no Simpósio de Cultura Digital Trash</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 10:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro a falar no Simpósio de Cultura Digital Trash foi André Lemos da UFBA, que situou o Trash e o Lixo falando que o Trash é a estilização dos objetos e o lixo está ligado a produção e consumo onde ele é descartável ou menos importante. Falou da Cultura Massiva onde você consumia mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro a falar no <a href="http://www.webpaulo.com/simposio-de-cultura-digital-trash.htm">Simpósio de Cultura Digital Trash</a> foi <strong>André Lemos</strong> da UFBA, que situou o Trash e o Lixo falando que o Trash é a estilização dos objetos e o lixo está ligado a produção e consumo onde ele é descartável ou menos importante. Falou da Cultura Massiva onde você consumia mais lixo dos outros que produzia e da Cultura Eletrônica onde você pode produzir seu lixo. &#8211; Excesso informacional que vivemos hoje é o lixo da cultura. Seguem alguns pontos relatados</p>
<ul>
<li>A TV é lixo por excelência</li>
<li>Pode-se produzir qualquer informação, sobre qualquer suporte, em qualquer formato, sem o crivo de um editor – liberação do pólo de emissão (“Olhares sobre a cibercultura”)</li>
<li>Três princípios encarnam a lógica do faça você mesmo:</li>
</ul>
<blockquote>
<ol>
<li>Emissão generalizada: ‘faça você mesmo’; distribua informação; maior desafio do mercado brasileiro, já que ele não é produtor de tecnologia, é produzir conteúdo; produção de conteúdo é política brasileira;</li>
<li>Conexão: não produzir só para si, mas publicar, compartilhar, circular;</li>
<li>Reconfiguração: pensar não na substituição de uma coisa por outra, não se rata de aniquilação, mas de reconfiguração.</li>
</ol>
</blockquote>
<ul>
<li>Um bom exemplo do funcionamento dessa lógica é o YouTube, que foi vendido para o Google por U$ <ins>1.6 bi</ins><del>6 milhões</del>.</li>
<li>Meios de Massa: só serve para informar</li>
<li>Os meios pós-massivos, eletrônicos, não trocam apenas informações, trocam consciências engajadas, idéias e ideais. Na internet a democracia no uso do espaço é total: você tem desde grupos nazistas panfletando suas teorias radicais, até grupos religiosos fazendo proselitismo.</li>
<li>Ficção Ciberpunk fala do presente, de sexo, violência&#8230; Hoje existem lans em favelas que ajudam a resgatar laços sociais (Neuromancer/ Blade Runner)</li>
<li>Blogs: qualquer pessoa pode escrever qualquer coisa. É criado um blog por segundo no mundo.</li>
<li>Blogsfera: circulação de links sobre os blogs, espaço para comentários</li>
<li>Softwares livres: orkut, myspace; as pessoas alteram o código, podemos mexer na configuração do software</li>
<li>Jornalismo cidadão existe? Uma pessoa que não tem formação em jornalismo pode produzir um blog jornalístico? O blog pode ser jornalístico?</li>
<li>Podcast: qualquer pessoa pode produzir e divulgar. Ex.: percursos alternativos do Moma. Professores universitários traçam caminhos alternativos e gravam em podcast. As pessoas que vão visitar, podem baixar o podcast para o Mp3 e reproduzir o caminho sugerido pelos professores.</li>
</ul>
<p>- Três considerações:<br />
1) Apropriação Social: sociologia do uso, da técnica e simbólica – como se o uso transformasse a finalidade e a atuação dos meios<br />
2) Desvio: o desviante não é uma patologia. Ex.: hackers que chamam os crackers de desviantes e são desviantes ao mesmo tempo, embora não se considerem como tal.<br />
3)  Excesso: ‘Parte Maldita’ (Batai) – a sociedade acostumou a armazenar dinheiro, comida, se constituiu baseada no excesso.</p>
<p>Fechou falando que fazer <a href="http://www.webpaulo.com/funcao-site-para-empresas.htm">sites é como jardinagem</a>: tem que cuidar e regar todos os dias e que lixo é a entropia (conceito físico sobre a acumulação de energia no universo), a energia perdida.</p>
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		<title>Simpósio de Cultura Digital Trash</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2006 12:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[evento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Simpósio acontece aqui no Rio de Janeiro, na ESPM e faz parte do programa de Pós-Graduação em Marketing Digital. A abertura foi feita pelo Alexandre Mathias que é o diretor-geral da ESPM. Ele agradeceu a presença de todos e anunciou que fechou uma parceria com o Google na qual ele patrocinará a linha de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Simpósio acontece aqui no Rio de Janeiro, na ESPM e faz parte do programa de Pós-Graduação em Marketing Digital.</p>
<p>A abertura foi feita pelo <strong>Alexandre Mathias</strong> que é o diretor-geral da ESPM. Ele agradeceu a presença de todos e anunciou que fechou uma <strong>parceria com o Google</strong> na qual ele <strong>patrocinará a linha de pesquisa de marketing digital</strong> da ESPM. Em seguida ele introduziu o  <strong>Vicente Ambrósio</strong> que é o diretor da pós graduação falou sobre o curso de marketing digital que será lançado.<span id="more-92"></span></p>
<p>Em seguida falou <strong>Vinícius Andrade Pereira</strong>, professor da UERJ e ESPM, sobre a cultura digital Trash afirmando que ela começa a escapar da massificação com a produção de vídeos, músicas, material por jovens que incluem no seu material o trash, o tosco e sua identidade. Isto já é claramente exemplificado pelo sucesso de alguns vídeos do YouTube.</p>
<p>Segundo ele, o objetivo do simpósio é discutir a cultura digital trash e massa, como produtos trash podem influenciar negócios, fama e propriedade intelectual.</p>
<p>Conforme forem acontecendo as apresentações, eu vou atualizando o post.</p>
<p>Atualizado: Segue agora o que aconteceu no evento. Este post conta com a contribuição da amiga <a href="http://www.anaerthal.com.br/">Ana Amélia Erthal</a>. A idéia é ter cada vez mais post em conjunto, usando o <a href="http://docs.google.com/">Google Docs</a>. Assim é melhor pois discutimos bastante alguns pontos e o resultado fica ainda melhor.<br />
Bem. o propósito do Seminário é de tentar responder algumas perguntas:</p>
<ul>
<li>discutir as características do Digital Trash</li>
<li>levantar quem são os mediadores do Digital Trash</li>
<li>quais são os espaços de interação social</li>
<li>discutir se existem ações políticas no Digital Trash</li>
<li>questionar como ações de Digital Trash podem virar negócios valiosos</li>
<li>descobrir como dinâmicas podem redefinir fama e propriedade intelectual</li>
</ul>
<p>Confira cada um dos palestrantes.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.webpaulo.com/andre-lemos.htm">André Lemos</a> UFBA</li>
<li>Raquel Recuero UFRGS</li>
<li>Henrique Antoun UFRJ</li>
</ul>
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		<title>Top 10 dos Digg-like brasileiros</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2006 15:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2006 pode ser considerado o ano que a Web 2.0 ganhou a atenção da internet brasileira. A venda milionária do YouTube, o boom dos aplicativos online, a consolidação de projetos brasileiros de Web 2.0 como a camiseteria e a entrada de um grande portal, a Globo, com uma &#8220;rede de relacionamento&#8221;, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2006 pode ser considerado o ano que a <a href="http://www.imasters.com.br/artigo/3640/webstandards/web_20_faca_voce_tambem/">Web 2.0</a> ganhou a atenção da internet brasileira. A venda milionária do <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a>, o boom dos aplicativos online, a consolidação de <a href="http://lista2.0br.com.br/">projetos brasileiros de Web 2.0</a> como a <a href="http://www.camiseteria.com/">camiseteria</a> e a entrada de um grande portal, a Globo, com uma &#8220;rede de relacionamento&#8221;, a <a href="http://www.8p.com.br/">8P</a>, mudaram o panorama da Web.<span id="more-91"></span></p>
<p>Mas um grande fenômeno tomou conta do cenário: o <a href="http://www.digg.com/">Digg</a>. Ele funciona através de um sistema de pontos, onde a pessoa pode votar na notícia, no melhor sentido da colaboração. Quanto mais votos uma notícia recebe, maior a chance dela figurar na home da página.</p>
<p>Choveram no mundo versões deste tipo de site como o Fark, o Netscape e diversos Digg-Like em diversos idiomas. Foi criado até um CMS que simula um Digg, é o <a href="http://demo.pligg.com/">Pligg</a>. Os Digg-like são a nova geração do <a href="http://slashdot.org/">Slashdot</a>. Tanto que quando um site figurava nos links principais do Slashdot, a quantidade de visitas era tão grande que o site ou caia ou gastava toda a banda disponível. O efeito ficou conhecido como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slashdot_effect">Slashdot Effect</a>.</p>
<p>Apesar de ter um lado ruim, ter muitos visitantes no seu site pode ser uma coisa boa, afinal, eles podem gerar receita para você através de publicidade/vendas. A conseqüência disto é que algumas pessoas tentam se aproveitar da visibilidade destes sites e aumentar artificialmente os pontos para ficar melhor colocado. É o surgimento do Digg spam. No próprio Digg já foram descobertos alguns destes caras. Existem até empresas que prometem colocar seu link no topo do Digg. É uma pena, mas por enquanto isto não chega a preocupar.</p>
<p>Mas e o Brasil, como fica na história? A cada momento surge um novo Digg nacional. Analisar todos seria impossível, além de enquanto estou escrevendo este texto já deve ter surgindo mais um provavelmente. Para simplificar, podemos citar os três principais o Rec6, o Linkk e o Eu curti. Mas como é possível analizá-los? Como alternativa para a subjetividade da análise, já que todos são muito parecidos, e como já existem muitos comentários na blogosfera, preferi tirar a &#8216;personalidade&#8217; de cada um através de seus post mais votados no ano.<br />
<img alt="Logo do Rec6" title="Logo do Rec6" src="http://lista2.0br.com.br/images/rec6.gif" />   <img alt="Logo do Linkk" title="Logo do Linkk" src="http://lista2.0br.com.br/images/linkk.gif" />   <img alt="Logo do Eu Curti" title="Logo do Eu Curti" src="http://lista2.0br.com.br/images/eucurti.gif" /></p>
<p><a href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php?tipo=top"> </a></p>
<h3><a href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php?tipo=top">Top 10 Rec6</a></h3>
<ol>
<li><strong>Rec6</strong> &#8211; será que ele tem chance de ser o nosso digg?</li>
<li>BR-Linux também apóia o <strong>Rec6</strong> &#8211; será ele o &#8220;Digg nacional&#8221; definitivo?</li>
<li>Quem precisa de software pirata tendo uma lista com essa?</li>
<li>Deputada propõe gratuidade da internet de banda larga</li>
<li>Escolhi meu Digg nacional &#8211; o <strong>Rec6</strong></li>
<li>Faça tudo na internet com 17 aplicativos online</li>
<li>Kurumin Linux 7.0, grandes novidades à vista</li>
<li>Rec6 está atento a blogosfera brasileira</li>
<li>Fotos (screenshots) do windows 1.0 até o windows Vista</li>
<li>Onde o <strong>Rec6</strong> precisa melhorar</li>
</ol>
<p><strong>Comentários:</strong> O Rec6 parece gostar de falar sobre Rec6. Tem elogios, análise e críticas. E o assunto sistema operacional também é popular.<br />
<strong> Público:</strong> bem geek.</p>
<h3><a href="http://www.linkk.com.br/topstories.php">Top 10 Linkk</a></h3>
<ol>
<li>Entrevista com o criador do BlogBlogs, Manoel Lemos</li>
<li>Lista de Sites Web 2.0 brasileiros</li>
<li>Os bilionários do YouTube</li>
<li>Vídeo &#8211; Acidente Aéreo da Gol (Vôo 1907)</li>
<li>Desemprego e recolocação no Brasil</li>
<li>100 fotografias que mudaram o mundo</li>
<li>O novo game do <strong>Google</strong> Earth</li>
<li>Novidades quentes no <strong>Orkut</strong> Agora com <strong>Google</strong> Talk</li>
<li>A palavra mais escrita no <strong>orkut</strong></li>
<li>Caixa de ferramentas para votar no segundo turno</li>
</ol>
<p><strong>Comentários:</strong> É o mais diversificado nos assuntos, vai de web 2.0, passando por desemprego, fotografia e eleições. Tem uma queda pelo Google e orkut que normalmente são os assuntos da moda.<br />
<strong> Público:</strong> geral.</p>
<h3><a href="http://www.eucurti.com.br/topstories.php">Top 10 Eu Curti</a></h3>
<ol>
<li>FOTOS do acidente da Gol</li>
<li>Novas fotos da Britney Spears <strong>sem calcinha</strong> e sem tarjas</li>
<li>Video da Daniella Cicarelli fazendo Sexo em uma praia da Espanha</li>
<li>Fotos de Adriane Galisteu <strong>sem calcinha</strong></li>
<li>Juliana Paes <strong>sem calcinha</strong> e sem tarja! Foto original, sem montagem</li>
<li>Juliana Paes é fotografada <strong>sem calcinha</strong> em evento</li>
<li>Fotos de Famosas <strong>sem calcinha</strong></li>
<li>RECEITA DE PRETINHO PARA PNEUS DE CARRO</li>
<li>Wiki Mapia, imagens do mundo</li>
<li>Eleitores são presos por votar com nariz de palhaço no MS</li>
</ol>
<p><strong>Comentários:</strong> O site vai ter que mudar de nome para sem calcinha. Parece que tem um nicho para um digg pornô. Quem ficar rico com a idéia, me dê uma participação.<br />
<strong>Público:</strong> homens.</p>
<h3>Comentários finais</h3>
<p>Parece que cada um tem a sua personalidade bem clara e já tem seu público cativo. Não existe um Digg melhor que o outro, mas um que se encaixa melhor em um perfil. Agora o que me chama atenção nos três é a falta de um link para o blog. O Digg tem o seu e torna mais próxima a relação com o seu público, além de ser uma maneira rápida de feedback e de avisar sobre novidades. Vale a indicação de um <a href="http://www.blogcorporativo.net/">livro para eles</a>?</p>
<p>PS.: Como experiência, vou colocar este post nos três sites e acompanhar a reação. Atualizo o post com os resultados.</p>
<p><strong>update 1:</strong> Com quatro horas após enviado o post, foram 8 votos no Rec6, 7 votos no Linkk e 1 (um) voto no Eu curti. Nas visitas, vem em primeiro do Rec6 com 52%, o Eu curti com 34% e o Linkk com apenas 14%! A segunda e terceira posição não estão invertidas.</p>
<p><strong>update 2:</strong> Com oito horas após, os votos ficaram em: <strong>Rec6</strong> 10, <strong>Linkk</strong> 8 e <strong>Eu curti</strong> continua com 1 voto. Nas visitas, mudou bastante inclusive a ordem. O Rec6 abriu a vantagem com 77%, o Linkk subiu para 13% e o Eu curti caiu para 10%.</p>
<p><strong>update 3:</strong> Rec6 com 23 votos e Linkk com 13. A notícia figurou na home dos dois sites. O Eu curti tem 3 votos. O Rec6 levou a liderança absoluta na origem de acesso segundo o Google Analytics. O Google também está mandando gente para o neste post. O problema é que ele indexou o <strong>item mais falado</strong> do Eu curti e está atraindo o público errado.</p>
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		<title>Web 2.0: você está convocado</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 22:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não, isto não é o serviço militar obrigatório, mas você está convocado a lutar pela pátria na Web. Claro que o alistamento para Web é uma brincadeira, mas precisamos ter mais iniciativas brasileiras para Web 2.0. Mesmo que você não concorde com o termo, sem problemas, o importante é que você inclua em seus trabalhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, isto não é o serviço militar obrigatório, mas você está convocado a lutar pela pátria na Web. Claro que o alistamento para Web é uma brincadeira, mas precisamos ter mais iniciativas brasileiras para Web 2.0. Mesmo que você não concorde com o termo, sem problemas, o importante é que você inclua em seus trabalhos a participação do usuário, use AJAX com bom senso, abuse de padrões web, pense em SEO, mantenha a simplicidade e entenda o momento que a Web está passando. Só com isto você já sai no lucro.<span id="more-86"></span></p>
<p>Escrevi há algumas edições um artigo falando sobre Web 2.0. Nele haviam termos como colaboração, AJAX, redes de relacionamento, aplicativos online e falava sobre vários sites Web 2.0 sendo a maioria do EUA. O que mudou hoje em dia é que dos sites citados no artigo, o Writely e o YouTube foram comprado pelo Google, o del.icio.us e o Flickrpelo Yahoo e surgiram vários sites novos nesta linha, mas poucos brasileiros. Será que não vale a pena criar sites Web 2.0? O YouTube diz o contrário. Então o que falta para o boom da Web 2.0 brasileira?</p>
<p>Existem algumas dificuldades, como falta de investimentos, cultura diferente, referências e participação de grandes empresas. Grande portais já perceberam a oportunidade e estão criando sites de vídeo, fotologs e redes de relacionamento como o 8P da Globo. Mesmo com tudo isto ainda é possível contornar estes problemas e avançar no caminho 2.0.</p>
<p>O primeiro ponto para isto é evitar fazer o projeto pensando exclusivamente no lucro. Ganhar dinheiro é bom, claro, mas prefira fazer algo que você goste e que te traga satisfação e de quebra te dê mais experiência. A garantia de um bom resultado já será grande. O que vier será lucro. Faça como o projeto do Marco Gomes, o <a href="http://marcogomes.com/wallpapr/">Wallpapr</a>.</p>
<p>Também existe o problema dos usuários que não são heavy users. Existem usuários que não gostam de mudança, tem dificuldade em aprender coisas novas e que só acessam algo por que o &#8220;amigo referência que sabe informática&#8221; indicou. Este problemas tem duas parte para ser resolvido. O tempo e a simplicidade. O que tornou o Firefox, já na sua versão 2.0, tão popular foi a simplicidade. Ele é fácil de usar, simples de instalar e não tem curva de aprendizado. Porém este sucesso não aconteceu do dia para a noite. As pessoas precisam usá-lo, testá-lo para então indicar para outras. Isto leva tempo. Saiba então ter paciência.</p>
<p>Um ponto controverso é copiar as idéias lá de fora. Sou a favor disto! Muitos dos serviços que são excelentes lá fora esbarram no problema da língua. Imagine quantos navegantes brasileiros não sabem inglês? Então mesmo quando é criado um digg-like em português, já valeu a pena, pois foram inseridos milhares de brasileiros na aventura de cavar notícias. Agora se vai copiar algo, procure inovar. Coloque a pimenta brasileira nos seus projetos.</p>
<p>Para servir de inspiração, visite o site <a href="http://lista2.0br.com.br">http://lista2.0br.com.br</a> que tem diversos projetos de Web 2.0 brasileiros e alguns principais lá de fora. Quem sabe esta lista não aumenta?</p>
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		<title>Números da Web 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 11:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Rodrigo Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste mês de setembro, tivemos muitas notícias de crescimento da internet. O del.icio.us ultrapassou 1 milhão de usuários registrados (o Yahoo deve estar feliz da vida). No Brasil, o investimento em publicidade online cresceu 31,85 % enquanto nos EUA o crescimento foi de 37%. Inclusive saiu na Pew Internet um estudo sobre o futuro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês de setembro, tivemos muitas notícias de crescimento da internet. O <a target="_blank" href="http://blog.del.icio.us/blog/2006/09/million.html">del.icio.us ultrapassou 1 milhão de usuários registrados</a> (o Yahoo deve estar feliz da vida). No Brasil, o investimento em publicidade online cresceu 31,85 % enquanto nos EUA o crescimento foi de 37%. Inclusive saiu na Pew Internet um estudo sobre o <a target="_blank" href="http://www.pewinternet.org/PPF/r/188/report_display.asp">futuro da internet</a> com previsões para 2020. Já falei também sobre o <a href="http://www.webpaulo.com/mais-mulheres-na-internet.htm">crescimento da internet no Brasil</a>. O mercado está cheio de esperança e repleto de boas notícias. A mídia está do lado da internet.</p>
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