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Paulo Galloti, arquiteto de produto da Orga, falou de soluções de recarga para gerar fidelidade e receita

Falou que as soluções podem ser em POS ou ATMs e que existe flexibilidade o que ajuda a fidelidade. Ele basicamente mostrou a solução da sua empresa. É importância a cobertura de recarga. Falou de comportamento. É possível segmentar a oferta de recarga dependendo de dados do assinante como região, saldo atual e até o relacionamento que o cliente já forneceu. Seria tudo automático checando inclusive com a operadora de cartão de crédito.

Existem vantagens da solução de recarga on line para todos, desde distribuidores até clientes pela facilidade. O próprio celular permite a recarga também independente de região como Amazonas ou regiões remotas.

Esses sistemas de billing ajudam bastante o distribuidor, pois ele pode estabelecer limites de crédito, informação em tempo real para acompanhar status de vendas e estoque e outra vantagem é evitar o roubo, pois o cartão de recarga físico tem o risco de roubo.
O cliente tem também vantagens como não ter que usar URAs complicadas e tem a vantagem da mobilidade.

Falou de assuntos específicos da área como concorrência de billing entre parceiros e NFC que é um sistema aberto que permite conversação entre quiosques e celulares para troca de informações ou mobile marketing.

Paulo Breviglieri, diretor senior de desenvolvimento de negócios Qualcomm falou sobre UMTS. Falou que vários notebooks já vem com 3G embarcado. É uma tendência na Europa. No Brasil pode ser que os USB 3G tenham mais força, pois poderão até ser usados em desktops.

Citou o caso de um concurso para criar um celular 3G barato. O vencedor foi o LG KU250. Além deste celular, existem os celulares white label, que são os que não tem uma marca muito famosa, e com isto conseguem vender com grandes funcionalidades mas com custo básico. Um exemplo citado é o V710 e o outro é o Skypephone que tem uma tecla especial que permite que você ligue para os seus amigos com simplicidade. Falou também da iniciativa do Google, o Open Handset Alliance, mais conhecido como Android. Falou também de uma iniciativa para melhorar a qualidade dos visores atuais de LCD. Usaram a idéia das asas de borboleta que mesmo no escuro ou no claro tem a mesma luminosidade. O nome é Mirasol. É uma tecnologia IMOD. Estão testando alguns protótipos. Tem várias vantagens como ter duas ou três vezes reflexidade que o LCD, ser mais rápida, consumir 50% menos de energia.

André Varga, gerente de produto da Samsumg, falou do 3G e suas segmentações. Citou que existem três nichos de mercados de aparelhos: imagem, música e smartphone.

Em música, as tendências são o uso de streaming, mais download, mais memória indo para 4GB até 80GB, melhorar a navegação na web, mob-blog, backup virtual, bluetooth de até 4 headphones simultâneos, saída áudio P2 3,5 e RCA.

Em música, as tendências são mob-blog, câmeras de 10 MP, mais memória, lentes ópticas, Flash, GPS com fotos, editor de imagens e saída de vídeo.

Em Smartphone, as terndências são e-mail móvel, internet simples, processadores mais avançados, memória, touchscreen, widgets, GPS, WiFi, WiMax, RCE e design aprimorados.

Além disto, citou a tendência do uso de USB dongle que é a banda larga móvel via USB.

O Roger Funari, gerente de produto D-LINK, fez uma palestra mais introdutória falando das vantagens da banda larga USB combinada com redes. Resumindo, poder usar internet no campo, em momentos críticos como desastres e até para medicina.

Painel bem ágil que acabou repetindo alguns assuntos já abordados.

Alexandre Buono, que cuida do planejamento estratégico de novos negócios na TIM, falou da evolução natural do 3G. O aparelho agora é conversão de funções.

Hilton Teixeira Mendes
, diretor de desenvolvimento terminais da VIVO falou de tendências. Os aparelhos estão barateando e ficam com mais qualidade, design melhor e mais leves. Os serviços mais desejados são GPS, internet, e-mails e IM.

Fiamma Zarife, diretora de serviços VAS da Claro, começou comparando o 2,5G que tem 50KB de download enquanto o 3G tem no mínimo 300KB. Outras tendências são vídeo chamada e mobile marketing. Citou a possibilidade de banner no celular sendo que no mesmo momento outros painelista torceram o nariz.

Mario Baumgarten, da Nokia Siemens Networks, falou que para a TV funcionar no celular é preciso de espectro radioelétrico. Citou números da OffCom que jovens de 16 a 24 anos geram sete chamadas e 42 torpedos a mais que a média da população inglesa. Outro número é dos franceses, principalmente jovens, assistem a cada dia menos TV. Os jovens migram da TV para o celular e a internet. Mas não é por que as pessoas deixam a TV das suas salas que eles não desejam vê-la. O celular é a rede mais cobiçada para a era de convergência. Serão 335,5 milhões de usuários de TV no celular em 2012.

Foram feitos vários pilotos na Austrália, Finlândia, Madri, Barcelona, England e França e os usuários assiste de 20 a 30 minutos de TV no celular. Quando questionados quanto eles pagariam, a faixa ficou em 5 a 10 euros.

O local que eles assistiam TV no celular basicamente eram 3. Casa com 35% Ônibus/carro com 30% e trabalho/universidade com 22%. Em outro estudo o custo desse serviço deveria ser abaixo de 7 euros.

A arquitetura deve ser de broadcast para evitar gastos altos de download. O padrão recomendado por ele é o DVB-H e em segundo vem o MediaFLO.

José Luciano do Vale, gerente de marketing técnico MediaFLO da Qualcomm, mostrou números como que 10% dos celulares no mundo são smartphone. No Brasil o número chegou a 11,8%. Outros números são que o uso dee . Para exemplificar, ele usou o exemplo de Portugal em 2007 que tinha 13,4 milhões de celulares. Destes, 22,9% dos celulares eram 3G, mas ativos no ultimo trimestres de 2007 eram 6,5%. Neste mesmo períos foram feitas 800 mil chamadas de vídeo e a média de SMS eram de 129/mês.

A população mundial esta em 6.65 bilhões de pessoas. Só de número de telefones existem 3.2 bilhões, o equivalente a metade da população mundial. Para comparação, existem 1.2 bilhões de aparelhos de TV. Segundo estudos de interesse de usuário, eles desejam TV no Celular. Os requisitos para isto é a banda larga e aparelhos compatíveis. O Japão e a Coréia e os Estados Unidos são líderes nesta área.

Eduardo Tude da Teleco calcula que 21% da população brasileira utilizará 3G. Os principais problemas serão: a cobertura irregular da rede, mas que ao longo prazo será resolvida com a identificação de buracos. A outra é a melhoria da rede. O Backhaul será um grande problema para as operadoras de celular.

Falou também do resultado do último leilão em que a Oi e a Vivo terão 100% de cobertura. A Claro e a Vivo já tem seus produtos no mercado e a TIM e a BRT devem lançar seus produtos 3G em três meses.

Sobre os planos 3G, normalmente as empresas tem uma limitação de 1GB de download mensal, com exceção da Claro. Alguns números apresentados em que a receita de serviços nomalmente é de 8% da receita líquida de serviços. Tem operadoras 3G que já tem 20% da receita nela.

As tendências são 3G no celular e no USB banda larga no laptop/PC. A precisão é que em 2008 teremos 4 bilhões de celulares contra 1 bilhão de computadores.

Este painel foi coordenado pela Heloísa Magalhães que é jornalista do Valor Econômico. Ela começou falando que eles iriam tentar responder os questionamentos feitos por Jorge Vidor, sobre o que esperar do 3G e tentar explicar o que é este momento e sua evolução.

Primeiro Paulo Breviglieri, diretor sênior de desenvolvimento de negócios da Qualcomm, que fez uma visão introdutória sobre o que é a tecnologia atual de 3G. O dela é HSPA (rel 5 e 6). HSPA significa High Speed Packet Access. Ele é uma evolução do WCDMA (rel99 – 384k) que surgiu no Japão.

O HSPA na verdade é o conjunto do HSDPA (download) e o HSUPA (upload). Já estão previstos normas para depois do HSPA. O HSPA+ (evolved – rel 7, 8 e 9) que é uma melhoria na norma, alcançando o dobro da velocidade do anterior e com isto torna o VoIP com melhor qualidade. Depois do HSPA+ o provável padrão será o LTE, Long Term Evolution.

Conrado Rocha, da Nokia Siemens Networks, falou sobre a rede disponível atuamente que é de 7.2 MB, mas que não consegue chegar efetivamente a esta taxa. Falou também alguns números atuais de dispositivos 3g disponíveis. São 70 PC Cards, 80 USB dongle, 61 notebooks embarcados com 3G, 100 celulares e até câmeras e outros dispositivos.
Falu que em 2015 existiram 5 bilhões de usuários de 3G que é 100 vezes maior que hoje. A previsão de aumento de banda também chega a 350% do que é hoje em apenas 6 meses de agora. Os preços devem ser bem competitivos. A Finlândia tem um plano que por 9.80 euros para o plano de 2MB de 3G.

Edmundo Neder, diretor de redes sem fio da Alcatel Lucent, disse que a tendência é que a tecnologia base de suporte ao 3G seja IP. Com uma palestra um pouco mais técnica, ele sugere que tudo seja transformado em uma rede IP, já que ela é de uso estatístico (pacotes). Dessa forma, isso evitará o futuro gargalo causado pelo o uso da rede 3G.

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