Archive for March, 2008

o Fabio Gandour da IBM pergunta se pode introduzir o Richard Laemer autor do Punk Marketing.
Punk não é um estilo de cabelo, é uma maneira de agir. Por que não estamos aqui hoje.
Ele diz que não tem magic bullet. Temos que nos mexer e fazer a revolução. O consumidor está no controle. Citou o mundo do música e o impacto do punk. Cita que o Punk marketing é algo que você não sabe como vê, mas terá certeza quando vir, já que é impactante.
Questiona por que precisamos do Punk Marketing.

Para quem quiser, o manifesto punk está online e só consultar pois tudo que ele tem mostrado está lá. Ao evitar o risco, você simplesmente morre. O seguro é chato. Faça tudo o que você acredita. Nada é seguro. Citou de novo o case do subservient chicken e falou que isto era arriscado, mas valeu a pena pois gerou milhões de impressões. Depois ela foi copiada por muitos.

Falou de várias mentiras do marketing como alcançar a massa é cost effective. Nem tudo é massificado. Você tem que ser forte, bold e não fraquejar. Pessoas são individuais. Falou vídeo do YouTube da bridezilla que no dia do casamente não gostou do cabelo fez uma bagunça que foi filmada.

O artigo do manifesto favorito dele é o que os consumidores podem não estar certos e citou que quando Henri Ford quando foi perguntar sobre o que as pessoas precisavam para transporte elas responderam um cavalo mais rápido. Grandes marcas não nasceram de focus group.
Falou que honestidade é o ponto de partida e que precisamos de inimigos. Eles criam desafios. Falou de um case de um hamburger que não constava nos menus e que mudava de nome de tempos em tempos e que só quem sabia o nome podia comprar. Falou que a Apple é punk e uma religião enquanto o Google não é punk pois é consistente. Uma das três melhores palestras do evento.

O Alex Pinheiro da Gol Mobile falou apenas sobre como o mercado de telefonia evoluiu. Seu tom informal de mais fica sem graça. Falou na cifra de 58,7 brilhões do mercado e que exitem 120 milhões de linhas de celular. Ele falou de portabilidade que será um desafio para o mercado de celular. Contou que resolver focar em classe C, D e teve sucesso.

Fraca no geral.

Desta participam Alexandre Fugita, Claudio Roca da blogTV Inc o Cardosão, Edney, o Fabio Seixas, Renato Shirakashi da Via6.com.

E o Wagner é o moderador e com um powerpoint miguxo com template de hello kit e começa alertando que as agências tem que sair do pedestal e que tem ver entender quando os blogs falam bem e falam mal tem que ser levado em conta. Claro que surgem todos os dias milhares de blog, e em sua maioria ruins, mas se um a cada dia for bom, no fim teremos pelo menos 360 novos blogs bons. Falou que as agências estão pensam que grandes blogs podem ser usados como seeding, ponto de partida para viralizações. Nem sempre funciona.
Falou também que a blogosfera é um rebanho e que tem comportamento de manada.
O Edney falou que a blogosfera tem várias outras microblogosferas dentro dela com seus nichos específicos. Surgiu uma pergunta de como encontrar os blog que são interessantes para determinado anunciante e o Edney citou que tem o BlogBlogs e o Google BlogSearch.
Neste momento uma pessoa secretamente pergunta se pode de
Cardoso falou que pequenos sites com poucos links conseguem aumentar muitas posições rapidamente. O Inagaki falou sobre um a vantagem de ter uma rede é que a estrutura pode ser mais complexa. O Cardoso falou que o meio bit já é uma empresa hoje em dia com área comercial. O Claudio falou que empresas não são mais amadores. O Wagner deu exemplos de ações com blogs como o blog do Pimentel e o blog do ursinho da Fiat. O Edney lembrou de ações como o Fake Steve Jobs que é claramente fictício são boas, mas não se deve tentar enganar o usuário. Ele continuam falando que hotsites são temporários e relacionamentos são a longo prazo. O Inagaki disse que participou de um projeto de blog temporário que a empresa fechou em um mês e ele considerou errado, pois as pessoas ficaram carentes sobre o assunto.
O Renato falou que comprou um post pago com 10 blogs grandes gastando 2.000 reais apenas. Ele citou também o SEO que poderia ser gerado por estes posts, mas ao mesmo tempo citou o nofollow para evitar o link pago. O Fabio citou que comprou post pago na França e teve uma certa confusão por não ter deixado claro que os posts deviam ter disclaimer. O Cardoso citou que só trabalha com disclaimer e que é fácil notar posts pagos. É só procurar no Google quantos posts repetidos. O Edney falou que as agências tem que conversar com os blogueiros e bolar coisas novas. Tem que ser inovador.

Começa a palestra com um vídeo do McDonald´s e então o simpático Dean Barrett fala sobre os assuntos como SEO, blogs, social media e começa um sentimento de que ele entende.
Ele continua falando que o desafio é aprender a velocidade com o que o consumidor está mudando. Fala que o McDonald´s está mais forte do que nunca enquanto a economia mundial está fraca.
A estratégia é aumentar o tempo de visita do cliente. Melhorar o relacionamento. Ele tenta conectar os clientes com os produtos e restaurantes. Eles tem mais de 31 mil restaurantes que podem ser pontos de contato e publicidade. Eles estão experimento muito do marketing digital.
Fala da estratégia McClic tem os conceitos de mensuração e comunicação.
Eles tem foco em crianças já eles é que atraem a familia para o restaurante, e jovens trabalhadores.
Um caso citado foi do McDonalds japão que usaram mobile marketing e tiveram 8 milhões de inscritos em SMS. O caso Brasil é que os usuários podem pedir seus lanches em delivery pela web. Fala que é uma chance incrível de CRM. Citou também o acesso a internet nos restaurantes do Brasil. Nos EUA e Europa eles oferecem acesso Wi-Fi.
Ele fala que a internet é um grande canal para ouvir. Citou que no Reino Unido eles tem um lounge que é um site que os funcionários podem trocar idéias e conversar sobre os mais diferentes assuntos.
Citou um case da Austrália em que as pessoa tinham a chance de dar um nome a um hamburger do McDonalds por um site. Eles usaram também as embalagens dos produtos para convidar pessoas no mundo todo para participar de um casting via web site e tiveram diversas pessoas mandando fotos para participar da campanha. Eles fizeram também uma campanha online de vídeos musicais tal como um American Idol que ganhou visibilidade na BBC, CNN e na mída em geral. Mostrou também um banco imobiliário online do McDonald´s em que se podia ganhar prêmios online. Citou o McLanche Feliz como forma de distribuir brindes tecnológicos. Falou de sites usando Shrek, Tirando onda e vários desenhos diferente. Eles oferecem produtos também para download e para ter atividades off line.
Outro case foi com Madagascar que os brinquedos do McLanche Feliz tinham um código que abria opções online.

A Maria Cristina Abella do Visa, pois não pode comparecer pois a sua empresa está em processo de IPO. Para substituir esta apresentação foi proposto uma formula nova de 5 mini apresentações onde cada palestrante tem apenas 15 minutos para falar. Vamos ver o resultado.

Mauricio Mota Lima vai falar sobre TV digital e começa mostrando um desenho do Tex Avery sobre a TV do futuro. Eu já tinha visto o vídeo então não aproveitei tanto. A propaganda é um formato de contar histórias e a marca é uma matriz de infinitas histórias. Ele citou o Heroes, eu já tinha feito um feito post sobre isto que já cobre bem o case apresentado. Citou os quadrinhos, lost e a quantidade de acessos das páginas. Citou que de resultado a DC resolveu imprimir o quadrinho de heroes.
Terminou falando do complexo de vira lata dos brasileiros e falou de um case brasileiro de uma produção da MTV apresentado pelo João Gordo chamado Lutas. São cinco documentários em um filme no formato de quadrinhos.

Agora entra o Davi com o tema First Life. A tese dele é sobre a inovação tecnológica. Conta duas anedotas. Ele saiu com amigos e estava parado com um menino e ele veem uma moça de vestido branco. Ele então fala para a menina gostosa e o Davi estranha. Ele continua com o assunto dizendo que quer fazer amor com a menina e só não faz por que não tem camisinha para o tamanho dele. Estranha a história para exemplificar como as coisas estão rápidas. Ele é bem engraçado, mas é filosófico e psicológico demais.

Ele cita um filosofo frances que comenta somos hiper impactados e o reflexo é a agitação. Um movimento que veio conta isto é o neo-luddismo que fala que a tecnologia desumaniza. Outro filósofo fala que a tecnologia é muito rápida e surgem tecnologias que questionam a humanidade como biotecnologia, nanotecnologia e várias ciências que impactam na nossa vida.

Ele divide a vida como First Life que é a vida que abraçamos que gostamos, a atenção que damos aos nossos filhos e todo contato fisico que fazemos. Já o Second Life são todos os relacionamentos que temos com a tecnologia como celulares, computadores, redes sociais e tudo relacionado a tecnologia.

Segundo o Davi, isto causa identidades duplas e cita até a esquizofrenia. Fala que as pessoas confundem suas vidas acessando sites pessoais no trabalho e acessando coisas relacionadas a trabalho em casa. Citou uma mulher falou que o celular é mais importante que o seu marido.

Agora é Brian Cott falando sobre inovação e quer desafia a criação e diz que as expectativas mudaram. Todo mundo quer inovação. Temos usuário mais sofisticados e exigente e estão demandando invovação das empresas. Existe dificuldades em brand já que a diferenciação entre as marcas é menor. Inovação não é relacionada a usar celulare, mas pode ser uma mudança de processo ou a maneira que você apresenta o seu web site online ou atingir um novo mercado. O Wimax está mudando as expectativas das pessoas, assim como o iphone e o wii.

Falou que o processo de um filme mudou já que até chegar na TV demorava muito, mas agora acontece em várias área com pay per view e DVD. Dividiu em grupos os tipos de inovação como inconciente e inconciente até consciente e competente. Inovação é relacionado a marca.

Existem 5 pilares para inovação.
1 o que você faz não pode ser copiado rapidamente pela concorrencia,
2 precisa ser lucrativo,
3 não copiei
4 tem mudar a percepção da industria,
5 cobrar pelo premium

Você precisa entender o risco. Testar, aprender e minimizar o risco. Tem criar checkpoints também, mensurar e ter foco. Muito boa e ele prometeu a apresentação.

Voltamos com o Bob que se desculpa pela falta de energia devido a viagem. Ele explicou que sempre compra um presente para a filha e no Brasil comprou um sofá. Fez piadas com o palestrante francês e ausência da moça do Visa. Falou sobre seu livro. Falou também sobre o comercial que ele considera mais importante da história. É sobre o comercial do Mac 1984. Lembrou que o objetivo do profissional de marketing é vender. É para isto que ele é pago. Mostrou um comercial tosco e depois falou sobre o segundo pior comercial que viu que mostra um acidente e depois aparece uma oferta de um óculos avisando que você terá uma gande economia ao comprá-lo. Mostrou um comercial de uma empresa alimentícia americana que dôou comida para desabrigados fazendo um melodrama de como se importa com as pessoas.

Para fechar entra o Castelo falando sobre mobile advertising e mostra um filme da VIVO com a Fbiz sobre um jogo de celular que ele ofereceu para várias empresas e no fim ele prometeu apresentar quem acabou patrocinando. Ele fala da importancia do optin, de empresas como a Coca que querem impactar este mercado, o lado da operadora que não tem canibalização do processo e veículos como o UOL que mandou um convite para ele para oferecer produtos.

Falou que já existem casos de sucesso com mobile como o da Abril oferecendo assinatura de revista para a base da Brasil Telecom. Outro caso foi usando patrocínio do chip com a Adida com um bolão da copa que teve um super resultado. A resposta foi que na maioria foram empresas de celular que patrocinaram além da unilever. Fim do primeiro dia.

A moderadora Fabiana Zanni do Portal Abril começa reforçando que o caminho digital é bom e questiona os próximos passos. Quanto deve ser gasto, onde deve ser gasto e qual o caminho.

Foi solicitado que cada um dos integrantes da mesa falassem um pouco sobre suas empresas e o que eles estão fazendo pela internet. A primeira a falar foi a Silvia de Jesus do RBS que é a rede Globo sul. Ela falou que sua empresa investi muito em internet e exemplificou a influência da internet solicitando que todos pensassem como seria o nosso dia se não tivéssemos acesso um único dia a internet.

Depois falou Ricardo Fort da Coca Cola falou que o objetivo de sua empresa é ser o dialogo com o consumidor (amor). Ele falou que para a Coca eles investem muito mais que a maioria em web, mas lembrou que nem sempre a web funciona para todo mundo. Ainda existe massificação, mas eles preferem arriscar este mercado novo. Disse que já teve fracassos e grande sucessos. A Paola deve ter muito orgulho dele. 🙂

O Luiz Antônio Vargas da Petrobras disse que prefer ir devagar.

Não anotei o nome da moça da Fiat (Maria Lúcia) que falou que a internet é uma possibilidade muito interessante. Para ela não é apenas estar na cesta de opções de divulgação. Para ela a inovação é muito importante. Tem um portal de mais de um milhão de usuários únicos com tempos superior de 8 minutos de visitação.

O German Quiroga da Cyrella disse que antes estava na americanas e resolveu experimentar esta área de contrução, onde tem canal de compra e de relacionamento. Eles conseguem testar idéias com o consumidor e conseguem resultados, mesmo tendo necessidade de vender off line.

A Fabiana contou um case da Volkswagen que criou um mega portal, contratando até jornalistas para produzir conteúdo. O Ricardo disse que a experiência de tentar competir com veículos não funcionou, mas quando ele usou conteúdo próprio como o que recebia na copa do mundo por ter parceria com a FIFA o resultado foi muito bom.

A Silvia tentou acertar que eles investiram em publicidade e a Fabiana disse que apenas foi usada mídia expontânea. A Silvia fez um defesa que ninguém além dos veículos deve produzir conteúdo. Todos os outros afirmaram que não querem concorrer.

Surgiu uma pergunta sobre o uso da publicidade do filme Speed Racer tendo a Petrobras e a resposta do Vargas foi que é uma tendência sim.

Qual o conjunto de fatores que vocês usam para definir o sucesso da suas campanhas online. Entre os itens que ela descreve inclui webanalytics e conteúdo gerado pela mídia. O Quiroga sugere que pensemos na realidade que está chegando. Olha os links patrocinados ai gente.

O Ricardo contou a história que montou um programa proprietário que seria exibido na web e na TV e ele teve quase a mesma audiência em ambos. Isto deve forçar a relação entre anunciante e veículo mudar. O outro caso foi o do estúdio Coca-cola. Eles pesquisaram o quanto as pessoas gostam de coca-cola. No fim eles perceberam que os níveis de preferência de gostar de Coca-cola maior foi de web.

A discussão foi em torno de como era simples montar o plano de mídia e hoje como é complexo.

Falaram também da experiência com mobile. A moça da fiat citou o caso que um test drive era marcado por celular. A Silvia contou que sua empresa tem parceria e disse que teve sucesso com SMS. Falou para ter cuidado com spam no celular.

O moderador era o Mentor Muniz Neto da Bullet que começa a conversa falando sobre o case da Kibon do ipod no palito que reve . Quem acompanha o Lent que está na mesa já sabia disto. Rolou um vídeo mega longo sobre como funcionava a ação.
Então a voz foi passada para o André Bianchi do Limão que falou que isto é experiência e falou da quantidade de usuários únicos. Meu filho já tinha reclamado do CPF. Eu não deixei ele se cadastrar não já que exige isto. Até por que gerador de cpf tem aos montes na web. E ele termina falando de monetização (ugh). Brincadeira.
Mentor apresentou o Lent e perguntou sobre o que é a e a crítica sobre a maneira de mensurar poucos cliques em banner.
O Carlos Merigo da Fisher América foi questionado pelo Mentor quando ele vai começar a viver de blogs. Ele não respondeu preferindo falar que os blogs precisam se estruturar e que os agências também. O Leonardo Byrro da Skol contou que fez um safari que é uma pesquisa diretamente com consumidores e os jovens que ele econtrou tinham um comportamento muito claro como quase não vê TV, só os jogos de mengão. Para se ter uma idéia, a Skol passou a investir cinco vezes mais depois disso com verba online.
Agora o Mentor chamou o Volpini, (José Luis Volpini Mattos) da Oi que falou da luta de vender o online.
O Leonardo recebeu uma pergunta da audiência na mesma linha e respondeu que precisa viver o marketing 2.0 para se relacionar com o mercado.